Preparando a casa antes da chegada
Escolha um canto tranquilo com cama, água e, para gatos, caixa de areia. Retire do alcance fios, objetos pequenos, plantas, produtos de limpeza e alimentos perigosos. Para gatos, janelas e varandas precisam de tela de proteção. Cuidado também com portas e portões: filhotes são curiosos e rápidos.
Os primeiros dias: adaptação com calma
É normal o filhote estranhar cheiros, sons e pessoas, chorar à noite ou querer se esconder. Evite excesso de visitas, barulho e manipulação logo na chegada. Mantenha horários regulares de comida, descanso e brincadeira, e apresente a casa aos poucos.
Primeira consulta logo no início
Marque a primeira consulta assim que o filhote chegar. A veterinária faz o exame físico, avalia o histórico e orienta sobre vacinação, vermifugação, controle de pulgas e carrapatos, alimentação e a hora de começar os passeios, tudo de acordo com a idade e as condições dele. Levar a carteirinha e o que souber da origem do filhote ajuda.
Vacinação e vermifugação: quem define é a veterinária
Os filhotes têm um esquema próprio, com várias doses em intervalos definidos, e a ordem e o intervalo entre vermifugação e vacinas dependem de cada caso. Atrasar ou pular doses pode comprometer a proteção. Por isso, o calendário deve ser definido na consulta, e não copiado de outro pet ou da internet.
Quando sair para passear
Antes de levar o filhote a ruas, praças e praias, converse com a veterinária sobre o ciclo vacinal e a vermifugação. O contato com outros animais e com o ambiente externo precisa ser liberado no momento certo. Até lá, a socialização pode começar em casa, com visitas calmas e sons e experiências novas em pequenas doses.
